As vezes é de se perguntar o que está acontecendo, procurar uma música que diga isso.
Sei que tem terra lá trás. E água que não é bem vinda. Faço tragédias diárias e não abro mão.
A vida é cheia de som e fúria.
A vida é cheia de novos sons e novas fúrias.
Mas, sim, já me reuni na minha impotência e já entreguei a outros planos de maior garantia.
Não posso fazer nada com aquela terra toda, com á agua, com a chuva.
Ascendi a vela, uma violeta também eu acendi. Estou ascendendo.
Dentro de uma necessidade de ser atendida e de entender.
Sim, precisar fazer parte, sim. Mas, mais: precisar entender.
E, nessa hora não me reconheço na minha minusculidade global.Ainda procuro entender as coisas ouvindo músicas em espanhol, que me entende. E, agora vem o francês. Que me encanta. Dançar em francês. Cantar em. morrer em.
Mas, vivo tragédias diárias em busca de...um devir. Que sempre vem, e que.
Viver é muito cansativo.
Mas, não estou cansada, mesmo que fale.
Sequer consigo desistir.
Imito elas, as cantoras. Imagino a dança.
E, a terra lá no fundo me tira a ginga francesa.
Procuro uma canção que adorava fingir de ser e não há mais.
Não há.
Estou ainda buscando a música certa.
E eu tô assim pra caralho. Assim. Não dá pra saber. Não dá pra dizer
Precisa estar. Pra saber, sabe?
sábado, 15 de março de 2008
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